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Imprensa

Jornal "A TARDE" -  junho 2018

 "Em atmosfera latina, Manu la princesse franco-brésilienne.

- Sur la photo de Duda Tawil , Manu Le Prince et Minino Garay, en collaboration sur l'album -
-Na foto de Duda Tawil, Manu com Minino Garay: parceria musical-Cantora e compositora francesa, de alma brasileira, a tal ponto de, há 26 anos, vir duas vezes por ano ao Brasil, principalmente ao Rio, que ama de paixão, Manu Le Prince lançou o seu último CD "In a Latin Mood", ou "em atmosfera latina", em inglês intitulado. Foi produzido por ela e pelo músico argentino Minino Garay, em parceria musical das mais felizes. São 11 faixas, das quais ela assina todas as letras, à exceção de "Il faut tourner la page" (É preciso virar a página), de Philippe Saisse e Claude Nougaro. Todas as outras com grandes músicos, entre elas, "Let the music take care of you" (Deixe a música cuidar de você), com Julian Le Prince Caetano, e uma emblemática que se chama "Paris et Rio" (com Baptiste Trotignon, também coautor na faixa título), resumindo assim a sua alma habitada por dois países, duas cidades, duas culturas, que se complementam de maneira plena no interior de Manu.

Duda Tawil - Coluna de July /Salvador (Junho 2018)

Jornal La Terrasse - avril 2018
Depois dois tributos: Cole Porter e Johnny Alf, a cantora retorna em seu novo álbum com um repertório de composições originais.
Grande Dama do Jazz Latino, Manu Le Prince é uma das vocalistas mais cativantes da cena francesa. Se as cores quentes e ambarinas de sua voz são maravilhosas nos standars e na música brasileira - o Rio é, com Paris, sua terra de adoção - ela também floresce nas composições originais com seus próprios textos. Este é o caso de sua ambiciosa e recente obra, "In A Latin Mood", feita sob a liderança do borbulhante Minino Garay, utilizando os arranjos da nata dos músicos de jazz francês, tais como, Baptiste Trotignon, Gregory Privat e Giovanni Mirabassi, mais também Kenny Barron. Ela canta por uma noite em quinteto no novo palco do Montparnasse Jazz Café (o antigo Petit Journal da Rue Commandant Mouchotte), magnificamente acompanhada... " Jean‑Luc Caradec 

Jazz Hot - Abril 2018   "Depois de trabalhar no início da sua carreira, em muito projetos bem diferentes (Magma, Urban Sax, Bernard Lavilliers ...), Manu Le Prince encontrou o seu caminho com a música brasileira. Voltando de várias viagens ao país de bossa, feito nos anos 80 e 90, ele cria um primeiro quarteto de jazz (música que acompanhou sua infância) com seu companheiro, o baterista Tatau Caetano (com quem teve dois filhos presentes neste álbum) assim como Francis Lockwood (p) e Carlos Werneck (b) . Juntos, eles lançam o álbum Madrugada (Next 2003).Com este último trabalho, « In Latin Mood »Manu Le Prince, está, de novo, na encruzilhada dos caminhos que adora investir: música brasileira, jazz e canção. Ela exprime-se em inglês, português e francês. Tendo feito a escolha de colocar letras em composições originais (assinadas por Baptiste Trotignon, Gregory Privat, Marc Berthoumieux e até mesmo Kenny Barron) -com a exceção de « Il Faut Tourner la Page » de Claude Nougaro-, ela proporciona um álbum delicado que reflete sua personalidade musical, jazzística, colorida, um dos títulos mais significativos claramente e logicamente, é este saído com grande Kenny Barron, "Twilight Dream", em que Giovanni Mirabassi ressalta, e swingue ". Jerome Partage

Académie du Jazz 
Outubro 2017
MANU LE PRINCE IN A LATIN MOOD*
Au NEW MORNING de PARIS, LE 26 Octobre
Nos nos sentimos bem, com o novo álbum da Manu, como em casa, com essa presença cúmplice de coisas que não estão completamente em seu lugar enquanto estão lá, apenas o suficiente para estimular o inconsciente à aproveitar um tempo livre.
Uma vez no toca-discos , esta pequena coisa redonda leva você a uma disputa mágica ou errante com sedução, realismo para sonhar com Manu (autora da maioria dos textos - português, inglês, francês ...) e seus companheiros **, a nata  da nata da atual cena de jazz fazem você se divertir sentado na poltrona (desculpe, para ficar correto, agora devemos falar de byte, mas não se desespere, a moda volta ao vinil!).
Na vida real, Gregory Privat (p), Thomas Bramerie (b), Lukmil Perez (dr), a acompanharam no NEW MORNING DE PARIS,na quinta-feira 26 de outubro, com muitos outros (G. Mirabassi, R. Mascarenhas) ... e até mesmo o nosso estratosférico Baptiste Herbin, estimulado pelo seu concerto do dia anterior no "Jazz en Tête" de Clermont-Ferrand e as « jam-sessions » que se seguiram ... até a sopa de cebola "

*MANU LE PRINCE, «In a Latin Mood». 2017. Plaza Mayor Company Ltd, MCPS SERG 185.
** Baptiste Trotignon Gregory Privat, Giovanni Mirabassi, Marc Berthoumieux, Lalo Zanelli, Minimo Garay, Julian Le Prince Gaetano, David Linx ... Francis Capeau

 

 

Casamentos musicais
Manu Le Prince, tem dois amores: o Brasil e o jazz. Amores que pontuaram sua longa carreira, recentemente marcada por uma homenagem a Johnny Alf, pioneiro da bossa nova, e o compositor / melodista de Broadway, Cole Porter. Com "In A Latin Mood" (Plaza Mayor Company Ltd / Emi), ela realiza, com sucesso, um brilhante casamento vocal .Para as letras de suas composições, ela utilizou o inglês, e para as músicas, a cantora contou com alguns dos melhores elementos da atual cena do jazz francesa, os pianistas Baptiste Trotignon, Gregory Privat, Giovanni Mirabassi, seu filho Julian Le Prince -Caetano, o acordeonista Marc Berthoumieux. E, também, duas belas versões, "Twilight Dream" do Kenny Barron, e «l faut tourner la page » de Claude Nougaro. E para completar o trabalho, ela convidou David Linx (voz), Baptiste Herbin (sax) e  músicos brasileiros. Um lindo álbum pessoal, audaz e surpreendente para seus fãs, na confluência de vários gêneros. Manu Le Prince será em 26 de outubro no New Morning, em Paris
DIDIER PENNEQUIN - Quotidien du Médecin (Outubro de 2017)

Rythmes élégants aux couleurs latines
Para o seu novo projeto, "In a Latin Mood",  a cantora Manu Le Prince, potencializa, suas composições. Ela usa o melhor do cenário do jazz atual francês e co-produz seu álbum com Minino Garay. Opus bem cuidado e elegante.
Por mais de vinte anos, a cantora Manu Le Prince compartilha sua vida entre Paris e Rio de Janeiro. Depois de uma homenagem à Cole Porter e ao pioneiro da bossa nova Johnny Alf , ela utiliza suas composições para o estabelecimento do seu novo álbum « In a Latin Mood » (Plaza Mayor Company Ltd /Emi.),  co-realisado com o percussionista argentino Minino Garay.
Para este novo álbum que saiu em 06 de outubro de 2017, Manu Le Prince está rodeada por stars do jazz como o pianista Gregory Privat, o baixista Thomas Bramerie, o baterista Lukmil Perez e percussionista Minino Garay. A estes músicos brilhantes reúnem-se  convidados, igualmente prestigiosos, como o cantor David Linx, o pianista Giovanni Mirabassi, o saxofonista Baptiste Herbin, o baterista Zaza Desiderio, o acordeonista Marc Berthoumieux, o baixista Acelino De Paula, o saxofonista Raul Mascarenhas e  seus filhos  Julian Le Prince Caetano (pianista)e Gael Le Prince Caetano (baterista e percussionista ).
Em "In a Latin Mood", a cantora escreve textos em inglês, portugues e ainda oferece um título em versão  francesa « Il faut tourner la page » de Claude Nougaro e Philippe Saisse, com os acordes de Grégory Privat e notas do saxofonista Baptiste Herbin. Exceto por esse título, Manu Le Prince coloca sua voz e suas letras em instrumentais inéditos.
Assim, descobrimos peças compostas pela jovem geração de músicos que à cercam. Dois títulos do pianista Baptiste Trotignon, "In a Latin Mood" ,que dá nome ao álbum, e "Paris et Rio". Duas composições do pianista Gregory Privat, « Dreams of Peace » e « Serenade » assim como "Like Castles in the Air", uma peça do pianista Giovanni Mirabassi. Dois temas do acordeonista Marc Berthoumieux, « Semper voltar » e « Avarandar » estrelhada por uma intervenção soberba de David Linx, sem esquecer « Let the Music Care of You », do seu filho Julian Le Prince Caetano ... e para completar , » Twilight Dream » de Kenny Barron.
Em "In a Latin Mood", o timbre caloroso e sensual de Manu Le Prince se presta perfeitamente à interpretação dessas músicas que misturam jazz e música brasileira. Este excelente álbum, favorece a elegância e a estética
Nicole Videmann LATINS DE JAZZ. . . & CIE  (outubro de 2017)

In a Latin Mood
  "Através de diferentes caminhos musicais, este esplêndido álbum de Manu Le Prince atravessa um  eclético repertório latino que reforça essa original abordagem,  de um estilo aberto com notas coloridas. Ela soube reinventar um som bem pessoal, construído através de suas experiências, e propõe uma viagem, com sólidos músicos, que fornecem um suporte que lhe permite confirmar seu lado jazzístico, que esta no coração de suas próprias influências e raízes, com uma visão pluricultural fazendo efeitos melódicos que coabitam com diferentes combinações que oferecem uma bela alquimia e trazem este toque moderno e contemporâneo.
A precisão de suas interpretações, libera uma inspiração cintilante, cujas propostas sonoras lindas, desenvolvem várias fases que atravessam universos acústicos suntuosos, onde a alternância dos instrumentos reforçam suas esplêndidas composições dando maior abertura. Ela construiu temas utilizando a versatilidade de acordes leves que levam a cadências eficazes e um frescor instrumental que permite de evoluir de suas influências tradicionais, que cohabitam com arranjos fortes e maravilhosos.
Eu adorei essa bela coabitação do jazz latino, apimentado com essa doçura e as suas diferentes alquimias ."
Rádio EC - Alain Dupeux - octobre 2017

 

 JAZZMAN BossaJazz For Ever
"Manu Le Prince acabou de gravar um "BossaJazz For Ever" cheio de autenticidade que revela uma relação carnal com a sua terra de acolho . 
Alem do mais, que bela idea de gravar uma homenagem ao Johnny alf, um dos pais fundadodores da bossa nova que viveu na sombra da Santa Trinidade Jobim-Gilberto-Vinicius. A voz quente de Manu Le Prince alcanzando os graves, as ritmicas levadas pelo Rafael Barata , o saxofone sensual do Idriss Boudrioua (velho companheiro de estrada do Johnny), todo, aqui , nos leva ao Rio." 
 Philippe Vincent - JAZZMAN 

BossaJazz For Ever
Manu Le Prince, le Jazz et la Bossa
"Dedicado às composições de Johnny Alf, pioneiro da Bossa Nova nos anos 50, o novo disco de Manu Le Prince, "Bossa Jazz for Ever » estará disponível no dia 17 de setembro.
Manu Le Price  que vem da Inglaterra, se instalou por um tempo no sul da França e, atualmente, dividida entre o Brasil e a França  colaborou com grupos como »Urban Sax", "Magma" assim com artistas como Bernard Lavilliers,, Hermeto Pascoal e muitos outros.
Cantora polivalente, mas fiel ao jazz e à música brasileira.
Para este álbum, gravado no Brasil, Manu está acompanhada por Idriss Boudrioua, no saxofone que também é o líder do grupo, Alberto Chimeli  no piano, Sergio Barozzo no baixo,  Rafael Barata na bateria. A seção de sopros é completada por Michaul Custodio no Flugelhorn, Rubino Antunes no trompete e Raul Mascarenhas nos saxofone e flauta. Na musica ("Fim de semana en Eldorado") o músico Eduardo Neves vem se adicionadar  ao conjunto na flauta.
Um septeto, que vai permitir à Idriss Boudrioua, fazer sutis arranjos ,de todas as canções menos uma.
Johnny Alf, que morreu há três anos aos 80 anos, deixou um grande número de composições.
A voz clara de Manu Le Prince serve essas composições elegantes, de uma qualidade clássica e de boa qualidade.
Baladas nostálgicas cheias de "saudade" desta melancolia peculiar aos brasileiros, peças com ritmos mais marcantes, fazem desta gravação uma boa viagem musical no coração do Brasil, quase um cartão postal de um país de « dolce vita », temos, a sua escuta , um forte desejo de pedir uma caipirinha no bar do hotel mais próximo, de preferência com vista para a praia.
Os músicos experientes garantem uma fluidez bonita, aparentemente discretos, mas com uma precisão harmônica perfeita, sendo os arranjos bastante sutis e eficazes. Um bom disco, bem realisado, agradável, para ouvir calmamente no final do dia". - CD Sous la ville SLV201 / distribuição Socadisc
G.Kiosseff - La République du Jazz - 13 septembre 2013

 

Chanteuses d’aujourd’hui : La romance vocale [...] 

"O verdadeiro namoro entre jazz e bossa, é melhor buscá-los perto de Manu Le Prince. A cantora francesa, casada muito tempo com um baterista brasileiro Tatau Caetano e que divide sua vida entre Paris e oRio de Janeiro, dá em "Bossa Jazz For Ever" (Sous la ville SLV201), um vibrante tributo ao compositor Johnny Alf, um dos pioneiros do movimento Bossa Nova, que permaneceu à sombra da trindade Jobim-Gilberto-Vinicius e morto em 2010 aos 80 anos. Para ganhar essa aposta, Manu, que tem uma voz linda, fluida e calorosa capaz de descer nos graves, chamou Idriss Boudrioua, saxofonista e arranjador de Johnny Alf por três décadas. A viagem musical pelo Rio, suas praias, os cariocas, suas Garotas de Ipanema, é inegavelmente com a sensual e calorosa Manu Le Prince que deve ser feito".
Didier Pennequin - "Le Quotidien du Médecin" 2013 

Concert de Manu Le Prince Quintet le 31 mars 2012 au Sunset :
"Manu Le Prince  tem uma maneira única de cantar composições de Cole Porter, como mostrou em um disco que muda a idéia de que que ela seria uma interprete exclusiva de bossas-novas.
A princesa tem dois amores, é agradável, o Jazz e Brasil. "
Michel Contat - Telerama 2012

JAZZ - Chanteur et chanteuses  . Mille et une voix.
Uma observação: é graças aos (raros) cantores, e cantoras, que o jazz deve sua sobrevivência e popularidade hoje.Três novidades testemunham isso, uma vez mais: Grégory Porter, Manu Prince e Cecile Mc L. Salvant



* * * TABARKA JAZZ FESTIVAL * * * (Mike Stern, Dede Cecarelli, Joachim Kuhn, Courney Pine etc.)

<« Após um passeio à Ain-Draham, com Soufiene Safta, na segunda-feira passada, a ‘Basilique’ (Basílica) recebeu a cantora franco-brasileira Manu le Prince para uma noite memorável, incrementada de música e canções que tocaram diretamente o coração e o corpo.
Cantora sem fronteiras por definição, amorosa do Brasil, Manu le Prince ofereceu um buquê bem rico e muito variado onde o jazz se mistura com a bossa nova. O romantismo e a elegância são intimamente ligados a uma obra elevada e sensual, instalada sobre o signo da vida e da festa.
Uma dezena de canções, entre elas: “Night and day”, “You don’t know what love is”, “Morning”, “Casa forte”, “One note samba” ...Manu le Prince improvisa com uma grande sensibilidade. Uma noitada cheia de charmes brasileiros e tunisianos também.
Manu le Prince é uma das grandes revelações da estação neste verão.»
Mokhtar Triki LE TEMPS

JAZZMAN : PRINCESSE
M Manu Le Prince é dona de uma voz verdadeira, daquelas que lembram ao ouvinte o sabor de uma fruta selvagem. Ela sabe involver-se numa interpretação com uma sinceridade convincente, qualidade geralmente reservada aos maiores. Suas origens britânico-argentina e sua brasilidade de adoção permitem-lhe explorar o universo de Cole Porter com um ecletismo, um distanciamento e uma abertura de espírito que garantem a autenticidade da sua abordagem. Para comprovar, basta escutar o ritmo suingado de Love For Sale e o jeito dela extrair a quintessência das melodias de I get a kick of you e Let´s fall in love. Assim, Manu Le Prince assina interpretações que iluminam toda a sutileza das composições de Cole Porter. Ela também soube escolher os parceiros: Alain Jean Marie, Gilles Naturel e John Betsch formam a “cozinha” mais cobiçada pelas cantoras. Ela também teve a boa idéia de convidar artistas consagrados cujas participações aperfeiçoam o êxito do conjunto. Brilhante.
Alain Thomas JAZZMAN

CLASSICA Repertório :.60' Lançamento DDD http://www.qobuz.com/images/classica/critiques/note_son3.gif 
Ótima gravação que faz jus ao timbra da voz.
Ouça primeiro Just One of Those Things: o duo de introdução com a bateria do excelente John Betsch. Eis um trapézio sem rede, sem refúgio possível, a prova de fogo. Manu Le Prince revela uma segurança rítmica e um swing raramente encontrados em cantoras. Mas o álbum inteiro mostra também expressividade emocionante, beleza no timbre e personalidade nessa cantora. A perfeita seção rítmica ao seu lado composta de Francis Lockwood, Gilles Naturel et John Betsch, além de todos os convidados, muito bem inspirados e cúmplices desse clima que ela sabe criar, participam do charme contínuo desse excelente álbum. A escolha do repertório, Standards imortais de Cole Porter, acrescenta ainda mais, se fôr preciso, a esse prazer sem culpa que ele traz. Que tal arriscar uma comparação da Manu àquelas que se destacaram nesse ramo, por exemplo Diana Krall e sobretudo Ella Fitzgerald, convém dizer que com a sua personalidade própria ela dá mesmo conta do recado. E isso não um mero elogio.
Jean-Pierre Jackson CLASSICA Repertório março de 2009

Manu Le Prince "Homenagem a Cole" 
Os amantes da voz quente e sensual vão ficar maravilhados. Manu Le Prince, brasileira de coração e franco-argentina de nascimento oferece uma brilhante homenagem ao "song writer "americano Cole Porter no seu último album. A cantora, reproduzindo sua relação de amor à bossa nova, investe numa celebração muito jazzística do grande autor com uma releitura de 17 dos seus Standards. Maravilhosamente ela dá conta do recado graças a uma voz suave e a músicos da pesada (destaque para Francis et Didier Lockwood, Stépane Belmondo). Só falta saborear tranquilamente sentado no sofa, as notas leves de I've got You Under My Skin ou All Through The Night..." 
LA TRIBUNE - La Culture et moi - Janeiro de 2009  
  
MANU CANTA COLE PORTER-
2 de maio 20h e 22h no Duc des Lombards . Manu Le Prince acaba de lançar um disco encantador: interpretações perfeitamente jazz das grandes canções de Cole Porter às quais ela oferece toda profundidade. Uma felizíssima surpresa.
Michel Contat
 Telerama
 
 Manu Le Prince - Uma homenagem a Cole Porter. Consagrada cantora sem fronteiras, apaixonada pelo Brasil (e vice versa) tendo vivido mil encontros (do grupo Odeurs ao Magma, de Lavilliers ao Daniel Goyone), Manu Le Prince retorna hoje ao jazz. Para tal ela escolheu o repertório e os acompanhantes idôneos : as canções eternas de Cole Porter (Love For Sale, I Get A Kick Out Of You, From This Moment On, Miss Otis, What Is This Thing, etc…) e uma rítmica de sonho composta de Alain Jean Marie (piano), Gilles Naturel (contrebaixo) et John Bestch (bateria) ornamentada pelo saxofone de Xavier Richardeau. Após diversas aparições em clubes nesta fórmula, um album « Tribute to Cole Porter » sai hoje pela Sergent Major/Nocturne com uma bela coleção de convidados de brinde (Stéphane Belmondo, Patrick Saussois, Didier Lockwood, Rhoda Scott, etc…). Para tal Manu Le Prince oferece ao público e a ela mesma duas noites no mais brasileiro dos clubes da capital… Jean-Luc Caradec La Terrasse Janeiro de 2009  
  
14 de março no Sunset, 60 rue des Lombards : Cantora sem fronteiras, Manu Le Prince sempre teve duas paixões : a música brasileira e o jazz da sua infância. Vocalista do grupo Magma e Urban Sax, impregnada pelos Brasileiros Hermeto Pascoal e Raul de Souza, ela acaba de homenagear o compositor Cole Porter no seu último disco “Tribute to Cole Porter » (Sergent Major/Nocturne). Maravilhosamente acompanhada por um trio liderado por Alain Jean-Marie (piano) e com vários convidados de peso – Rhoda Scott, Didier e Francis Lockwood, Stéphane Belmondo, Xavier Richardeau (sax-barítono) ou ainda Patrick Saussois (guitarra) – ela revisita esses standards com muita elegância, romantismo e muito balanço. Didier Pennequin Le Quotidien du Médecin Março de 2009  
 
 
Night and Day, I’ve got you under my skin, I get a kick out of youCom uma voz repleta de sentimento, Manu Le Prince homenageia o repertorio do imenso Cole Porter. Suas interpretações apresentam as cores discretas brasileiras, o que nos lembra que essa cantora é uma grande especialista da bossa nova. Tribute to Cole Porter (Sergent Major/Nocturne). Michel Doussot/ Paris Capitale Março de 2009" TRIBUTO A COLE NO SUNSET - O romantismo, a elegância, são estreitamente ligados a uma obra elevada e sensual, representando vida e festa. Uma homenagem a esse mestre do repertorio americano, que merece ser visitada, principalmente se a intérprete é uma cantora tão apaixonada, como a "brasileira" Manu Le Prince, que orquestra ha varios anos o enconttro entre o jazz e a bossa. Antiga colaboradora de Christian Vander ao centro de Magma, e tendo publicado seu primeiro disco em 1991 ("Agora"), Manu Le Prince foi designada para introduzir a comédia musical nos clubes de jazz. Primeira bela nostalgia-jazz do ano de 2008". "A Nous Paris " - JAN 2008.

« "Madrugada" exprime as diversas paixões de Manu Le Prince. O jazz, inicialmente, com uma “reprise”envolvente de Caravan, e uma emocionante interpretação de Nature Boy. Depois, o Brasil: Fotografia de Tom Jobim et Casa Forte d'Edu Lobo, revistos com sinceridade. Uma homenagem é também prestada a Nougaro (Le Cinéma, versão feminina, para a ocasião). De sua cumplicidade com Hermeto Pascoal, surgiram dois títulos: Bébé et Coraçao, duo com o mestre no piano acústico. A voz carnal valoriza uma quinzena de títulos, com orquestrações elegantes e arejadas».
Philippe Deneuve " JAZZ Magazine" fév 2006

MADRUGADA : “Uma homenagem às músicas brasileiras, que ressoam esplendidamente na voz desta cantora de jazz que, acompanhada por uma elite do gênero, nos encanta com suas bossas melodiosas e arranjos luminosos.
"
Lylo" fév 2006

MADRUGADA : "A mais brasileira das parisienses volta do Rio com um novo disco entre jazz e bossa nova. Energia e ritmo, melodias sutis e sofisticadas se encontram. É uma mulher à flor da pele, sensível e sensual, e uma grande voz que encontramos nesse álbum, entre composições originais e versões, como as lindas “Nature Boy” e "Caravan”, ou ainda uma bela homenagem a Claude Nougaro. Ela está rodeada de seus cúmplices fiéis: Francis Lockwood, Cacau de Queiroz et Raul de Souza, Stéphane Belmondo et Marc Berthoumieux, em um disco que nos faz tão bem quanto um doce nascer do sol”.
Yaël "Latina'Mag" 2006

MADRUGADA : MANU LE PRINCE. “A música brasileira convive com o jazz desde muito tempo. Os vocalistas do reino da bossa o compreenderam: a sensualidade deve ser compartilhada! Raramente um artista ilustraria tão bem esse casamento, como faz Manu Le Prince. Ela canta há dois anos no “Arbuci”, em Saint-Germain-des-Prés. O público e os músicos não querem saber de outra coisa. Nós, também não!
(Madrugada, Nocturne, já à venda)
Bruno Pfeiffer "Virgin Hebdo" fév 2006

MADRUGADA : MANU LE PRINCE. Para os jazzistas, Manu Le Prince é a muito tempo um segredo bem guardado; para os seus fãs, um tesouro da música brasileira concebida na França. Seu último disco, "Madrugada", selo ”Nocturne”, surpreenderá a todos: ela canta melhor do que nunca, tendo como convidado especial Hermeto Pascoal.
Michel Contat "Télérama mars 2006

"LE SUNSIDE" A mais brasileira de nossas parisienses, não tem igual para nos enfeitiçar..."
Jean Michel Proust "Nouvel Observateur" sept 2005

"FESTIVAL AMERICAIN DU SUNSIDE", dia 1° de julho 2004, no “Sunside”. Antiga cantora do Magma, Manu Le Prince evolui doravante entre a França e o Brasil. Conjugando com alegria jazz e samba, ela presta homenagem aos grandes compositores brasileiros e canta maravilhosamente as composições emaranhadas do genial Hermeto Pascoal. Ela é acompanhada por Francis Lockwood (piano), Acelino de Paula (baixo) et John Betsh (bateria)".
Hugues Le Tanneur "Le Monde / Aden" juil 2004

MADRUGADA : « Madrugada, hora de murmúrios e sussurros, quando a fumaça dos cigarros e os vapores da cachaça vêm cobrir as cores da festa, com um véu de volúpia e de nostalgia. Hora adequada para que Manu Le Prince nos envolva com sua voz quente e sensual, suas composições “jazzys” com sabores de Bossa Nova, e suas interpretações de Bossas com sabores jazzy. Elegante casamento de ritmos e de culturas, este álbum incontornável, gravado entre Paris e Rio, escrito em parte por Manu Le Prince, e em parceria com Hermeto Pascoal. Francis Lockwood, Filo Machado ou Robertinho Silva, igualmente convidados nesse disco, misturam swing e emoção, envolvidos por uma linda voz voluptuosa. A originalidade desse álbum se afirma desde a primeira faixa, com a surpreendente releitura de « Caravan » de Duke Ellington, que toma pouco a pouco andamentos de Samba, como também sua surpreendente versão de « Nature Boy ». É igualmente uma homenagem a grandes nomes da Bossa Nova como : Tom Jobim, Edu Lobo ou Rosinha de Valença , ou ainda a Claude Nougaro, com sua inesquecível interpretação de « Le Cinéma ». Essa mágica com voz de veludo e com a pluma mergulhada no swing sabe ser bem rodeada: Francis Lockwood , Tatau Caetano e Carlos Werneck, seus cúmplices de sempre, e também seus amigos que são: Cacau de Queiroz, Raul de Souza, Stéphane Belmondo, ou Marc Berthoumieux, ela nos embala de surpresa em surpresa. Elaborado com amor, este último Cd, com arranjos extremamente refinados, exprime toda a força de interpretação da cantora, apaixonada pelo Brasil, e ninada desde a infância pelo jazz, nos transportando pelo mundo sem fronteiras da música, e da cumplicidade que transcende as emoções»
Any Collin

MADRUGADA / DUC DES LOMBARDS  :
"Sexta 5 e Sabado 6 de março no Duc des Lombards Manu le Prince Quintet "Brasil au Duc"
Embora que o trio de Brad Mehldau se apresentasse ao bar do lado (Sunside) o Duc estava completo durante as tres partes do programa de Manu. Manu Le Prince, bela, sensual, pele morena, com seus longos cabelos, uma beleza, tipicamente brasileira.
Ela apresenta e canta as canções do seu novo disco, Madrugada.
Em homenagem às cores do Brasil e à Duke Ellington, com a musica calorosa e cheia de swing "Caravan". Este tema não pegou nenhuma ruga, ele se adapta a todas interpretações.
O acordeom, com sua sonoridade, convem bem ao jazz, Marc Berthoumieux excelente no teclado vertical. Com sensibilidade e graça, como uma caricia, Manu canta em ingles "Winter Song", composta pelo Francis Lockwood, pianista que põe seu talento ao serviço do swing. "Seu estilo é muito agradavel. Stéphane Huchard tranquilo em todas formações e estilos, eficaz ou discreto, segundo as necessidades do repertorio de canções de Tom Jobin, escolhido por Manu. Carlos o verdadeiro carioca, espinha dorsal da seção ritmica. Como noticia desse dia a desaparição de Claude Nougaro, o magico das palavras. Manu presta-lhe uma vibrante homenagem cantando duas vezes a canção Cinema, no final da primeira e terceira parte do show, que esta no CD Madrugada com o acompanhamento do Stéphane Belmondo ao Flugel.
Por essa regravação, Manu recebeu os comprimentos de Claude Nougaro que disse pra ela : " Voce tornou "Le Cinema” bem feminina", Manu Le Prince Aquiesta a opinião do seu padrinho brasileiro, Hermeto Pascoal : "Ela pensa, ela sente, ela canta marivilhosamente bem". E generosamente, Manu sabe comunicar seu entusiasmo, atraves do seu canto e da musica .
Jean François Belalta "Lyon Jazz Notes" n°78 may 2004

LE ROSSO CAFFE : O Brasil é honorificado por uma da mais belas vozes, do "latin jazz" da França, charmosa e sensual, a desejada, bela Manu Le Prince, princesa da bossa nova e da "Madrugada", nome do seu ultimo disco, referencia à musica tradicional brasileira...
Marie Emanuelle Galfre "Le Parisien" 15 Dec, 2004

"MADRUGADA" : Quem diz Brasil, diz, forçosamente, personalidade, timbre quente, voz, de vez em quando, roca, arranjos vocais seguros, sem duvida, Manu Le Prince esta na posição A do alfabeto. "
T Marcuola "Jazz Hot"

 "MADRUGADA" : "Ela pensa, ela sente... ela canta, maravilhosamente, bem", é o ditado do genial multi-instrumentista Hermeto Pascoal, convidado de marca desse album, que da imetiatamente vontade de escutar este CD de Manu Le Prince, com sutileza retenida ! A alquimia de canções misturam standards da bossa (A. C. Jobim/Fotografia, jazz com o planetario Caravan de Duke, e de temas proprios escritos sozinha ou com Francis Lockwood ou Hermeto Pascoal, sem esquecer "l'écran noir de mes nuits blanches... " ("Le cinéma", M. Legrand / C. Nougaro), dão vontade de ouvir sem parar as canções que se seguem, naturalmente. Da emoção, tambem, quando a voz de uma criança canta alguns compassos do Jardin d'hiver que permetiu ao "vovo" Salvador colocar os pés, romanticamente, à todos esses que dizem que... "Ela pensa, elle sente... ela canta maravilhosamente bem ", não sou eu que digo, então voces podem me acreditar!"
Jean My "Brazuca Mag"

A mais brasileira das nossas parisienses. So alegria ! "
"Nouvel Observateur"

"FESTIVAL AMERICAIN DU SUNSIDE", o 1° de julho de 2004 Magma, Manu Le Prince evolui, de agora em diante, entre a França e o Brasil. Catando a alegria do jazz e o samba ela presta homenagem aos grandes compositores brasileiros e a musica interessante de compositores geniais como Hermeto Pascoal. Ela é acompanhada por Francis Lockwood (piano), Acelino de Paula (baixo) e John Betsh (bateria)
Hugues Le Tanneur "Le Monde / Aden"

Concertos de Marciac a Enghien.
No seu ultimo CD MADRUGADA, a cantora MANU LE PRINCE interpreta "Le Cinéma" A Marciac à Enghien ela dedicara, seguramente, essa famosa cançao francesa a seu compositor, Claude Nougaro. Ela interpreta classicos, como Caravan, Fotografia, composiçoes proprias e com Francis Lockwood, com ritmos latinos, a sensualidade da bossa nova, vitalidade do bop, perfumada de flamenco. O legendario musico brasileiro, Hermeto Pascoal, participaçao especial no disco, que escreveu no encarte do disco : "Ela pensa, ela sente, ela canta marivilhosamente bem". Coluna vertebral do trabalho ritmico, Tatau Caetano, baterista e esposo da cantora que, infelizmente, faleceu no ano passado. Sera, entao, Stéphane Huchard que completara a seçao ritmica com Carlos Werneck (baixo) e Francis Lockwood (piano) -o quinteto (incluindo Cacau de Queiroz ). Encontro com esse noivado "princier" do jazz com o samba ! Manu Le Prince em excurçao, por Marciac, 14 e 15 de agosto ao Jazz em Marciac, e o 21 de agosto em Enghien.
Fara Couderc L'Humanite Hebdo 14 Aug. 2004

A voz generosa, acariciadora de Manu Le Prince, a brasileira de Paris... Um extraordinário swingue acompanha sua voz sensual...
E. Azoulay Telerama

Com sua formosidade de cigana civilizada... Sua voz perigosa que enrosca os nervos em torno da coluna vertebral...
A.Schmidt "EST-ECLAIR"

Numerosos eram os fãs de jazz brasileiro e da enfeitiçadora felina domesticada. Teria que ser de mármore para resistir à sedução de Manu Le Prince. Ela não tem a sensualidade provocativa de uma Madonna mas sim a de uma princesa Inca, soberana com olhos de fogo. Manu, semi-argentina, semi-britânica, fez parte dos grupos "Magma" e "Odeurs" antes de encontrar a sua própria identidade dentro do jazz latino.
Mickey Papoz "Nice Matin"

Uma homenagem "Titanesca" à Bossa-Nova. Com sua delicada voz sensual, Manu improvisa com grande sensibilidade...
Vincent Oudot "L'Est Republicain"

Apoiada pela qualidade de um trio composto por Francis Lockwood, Carlos Werneck, Tatau Caetano, a poderosa voz aveludada de Manu, assim como sua charmosa dinâmica fazem maravilhas...
Carolin Fabre "Boom Boom Mag"

Quando Manu entra em cena, é todo o Brasil com seu cortejo de repertórios de rítimos e de exuberância que lhe acompanha. Sua voz mágica nos abrem as fronteiras mais distantes. Manu Le Prince, sensual, dançante e emocionante, com seu olhar cintilante nos enfeitiçou.
Seu espetáculo é um passaporte beatificante onde se esvai o estresse do cotidiano diante da música e nos deixam estalando os dedos muito tempo depois...
Patricia Scott Dunwoodie "Parole et Musique"

Se o verdadeiro talento é o de reconhecer o talento dos outros, então Manu Le Prince tem todos o talentos: ensina a amar os artistas que ela ama, e interpreta como ninguém a verdadeira musica brasileira. Manu deve ter sido tocada pela graça dos deuses da Bossa e do samba por cantar com tanta generosidade e sentimento.
Gerard Naulet "Jazz Hot"

BESANCON : "Sa chouette plastique de gitane civilisée... Sa voix dangereuse qui entortille les nerfs autour de la colonne vertébrale..."
A. Schmidt "Est Eclair"

AGORA 


"AGORA"  :  Logo no começo do disco ela dá um tom de profissionalismo que foi notado já na época em que cantava com Bernard Lavilliers, Christian Vander, etc. /. Doçura, calorosidade, feminilidade e maestria vocal...tudo isto levanta o astral, é forte, permite à platéia vibrar com o Brasil das mãos à ponta dos pés... Uma festa sem fim!...
R. Baud "Jazz Hot"

Nós já ouvimos esta dama com os grupos "Odeurs", "Magma" e com Bernard Lavilliers. Podemos dizer que ela tem um senso musical nato... Agora ela lança seu próprio CD ambiciosamente marcado pelo Brasil e pelo Jazz. Composições felinas e enégicas que invocam mais o sol do que a noite...
Y. Plougastel "L'Evenement du Jeudi"

 

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